Playlist Youtube

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

O Retorno de Marta Suplicy ao Partido dos Trabalhadores: Estratégia Eleitoral ou Renascimento Político?




Por: Claudia Souza


A política brasileira sempre foi marcada por reviravoltas, alianças inesperadas e movimentos que desafiam as expectativas. Um dos mais recentes eventos a sacudir o cenário político nacional foi o retorno da ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, ao Partido dos Trabalhadores (PT). A decisão de Marta, uma figura conhecida e controversa na política brasileira, gerou especulações sobre suas verdadeiras intenções e o papel que poderia desempenhar nas eleições presidenciais de 2026.

Marta Suplicy, uma figura política com uma longa história no cenário brasileiro, sua passagem mais notável foi como prefeita de São Paulo, entre 2001 e 2004, pelo PT onde começou sua carreira, ganhando destaque como vereadora, deputada estadual, deputada federal e senadora. Posteriormente, ela migrou para o Partido Popular Socialista (PPS), onde concorreu à Presidência da República em 2006, e mais tarde filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Seu retorno ao Partido dos Trabalhadores surpreendeu muitos observadores políticos, considerando as tensões e desentendimentos anteriores entre Marta e lideranças do partido. No entanto, na política, alianças são muitas vezes forjadas por interesses pragmáticos e estratégicos.

Uma das especulações que emergiram com o retorno de Marta Suplicy ao PT foi a possibilidade de que ela poderia ser uma peça-chave nas estratégias eleitorais do partido para as eleições presidenciais de 2026. Com a crescente polarização política no Brasil e a ascensão de figuras como Michelle Bolsonaro, esposa do presidente Jair Bolsonaro, o PT pode estar buscando fortalecer sua base e atrair um eleitorado mais amplo.

Marta Suplicy, com seu histórico político e sua habilidade de comunicação, poderia ser vista como uma candidata competitiva para desafiar Michelle Bolsonaro nas urnas. Sua experiência como prefeita de São Paulo, aliada à sua trajetória como senadora e ministra em governos anteriores, a tornam uma figura com capacidade de mobilização e apelo eleitoral.

No entanto, é importante analisar criticamente as verdadeiras intenções por trás do retorno de Marta Suplicy ao PT e sua possível candidatura presidencial. Enquanto alguns enxergam sua volta como um renascimento político e uma tentativa do PT de expandir sua base, outros veem a possibilidade de que ela seja utilizada como uma peça estratégica em um jogo de xadrez político, onde as ambições individuais podem se sobrepor aos interesses coletivos.

Além disso, há questões importantes a serem consideradas em relação à viabilidade e à aceitação de uma candidatura de Marta Suplicy à Presidência da República. A política brasileira é altamente fragmentada e polarizada, e a figura de Marta pode não ser unânime dentro do próprio PT, além de enfrentar resistência em outras esferas políticas e da sociedade civil.

Em última análise, o retorno de Marta Suplicy ao Partido dos Trabalhadores e as especulações sobre sua possível candidatura à Presidência da República em 2026 são reflexos de um cenário político em constante mutação. À medida que nos aproximamos das próximas eleições, é fundamental que os eleitores estejam atentos não apenas às personalidades e figuras políticas, mas também às propostas, ideias e valores que cada candidato representa.

O Brasil enfrenta desafios significativos em diversas áreas, desde a economia e a saúde até a educação e o meio ambiente. Portanto, mais do que nunca, é essencial que o debate político se concentre em soluções concretas e no bem-estar coletivo, independentemente de quem se apresente como candidato à liderança do país.

domingo, 4 de fevereiro de 2024

"Tudo Por uma Cadeia: A Saga Cômica do Ex-Presidente Jair nas Marés Políticas Brasileiras"



Por: Claudia Souza


Ah, permita-me contar-lhe uma história que parece saída diretamente de um roteiro de comédia, mas que na realidade reflete os desvarios da política e do sistema judicial brasileira. Imagine você um ex-presidente do Brasil, o senhor Jair, ansioso por umas férias merecidas em uma pitoresca cidade litorânea. Ah, que belo cenário para descansar, não é mesmo?

Entretanto, como uma trama digna das melhores novelas, o sossego do ex-presidente foi abruptamente interrompido por uma notícia (tão absurda quanto a de um político que foi condenado por corrupção, ser  'honestificado');  ele estava sendo acusado pelo poder judiciário de importunar uma baleia jubarte. Sim, uma baleia! Parece que o ex-presidente não conseguiu resistir à tentação de incomodar uma das majestosas criaturas dos mares.

Mas espere, a ironia não para por aí. A baleia, cujo nome é Jubalina (sim, até as baleias têm nomes agora), decidiu intervir nesse conto estranho para esclarecer que tudo não passava de uma grande farsa política. Segundo ela, o ex-presidente não só não a importunou, como também foi convidado de honra para uma festa em alto mar pelo seu fã clube aquático. Parece que até as baleias têm fã clubes hoje em dia.

E então, meus amigos, vemos como a política brasileira pode ser uma comédia de erros, onde até mesmo as criaturas marinhas são arrastadas para o centro do palco. Enquanto o ex-presidente Jair tentava relaxar em suas férias merecidas, foi arrastado para um circo de acusações absurdas e fake news pelos invejosos que assistiram a sua live no dia anterior, que pontuou centenas de vezes mais em visualizações do que as lives do seu maior adversário político.

Ah, Brasil, terra onde até as baleias são usadas como peões em jogos políticos. Que cena triste e cômica ao mesmo tempo! Enquanto o ex-presidente tenta retomar suas férias, podemos apenas lamentar o quão baixo a política pode afundar. Mas pelo menos tivemos a oportunidade de testemunhar essa saga absurda e, quem sabe, rir um pouco dela. Riam enquanto puderem! 


Mais imagens aqui







sábado, 20 de janeiro de 2024

Circo Vermelho: As Focas Revolucionárias de Comrade Marionet




Por: Claudia Souza

Era uma vez, em um mundo onde a política se misturava com o espetáculo, um líder comunista visionário que sonhava em unir as massas por meio de um circo político único. Seu nome era Comrade Marionet, e sua visão era tão grandiosa quanto peculiar: ele queria formar um grupo de focas amestradas para representar seus ideais revolucionários.

Comrade Marionet acreditava que as focas, com sua capacidade de encantar plateias e executar truques incríveis, poderiam ser os embaixadores perfeitos para difundir a mensagem comunista. Ele imaginava apresentações públicas onde as focas realizariam proezas acrobáticas, simbolizando a agilidade necessária para alcançar a igualdade social.

O líder comunista, com seu terno impecável e barba cerrada, começou a recrutar treinadores especializados em focas para realizar sua visão audaciosa. A seleção das focas para o elenco revolucionário não seria baseada em truques tradicionais de circo, mas sim em habilidades que representassem os princípios do comunismo. Equilíbrio, cooperação e solidariedade entre as focas eram as habilidades mais valorizadas.

Enquanto as focas eram treinadas nos bastidores, Comrade Marionet fazia discursos inflamados sobre a importância da união e da luta contra as desigualdades. Ele imaginava um espetáculo em que cada salto, mergulho e pirueta das focas simbolizaria a marcha rumo a uma sociedade mais justa.

A estreia do circo político comunista foi um evento aguardado com grande expectativa. As focas, vestidas com pequenos bonés vermelhos e lenços ao estilo comunista, deslumbraram a plateia com suas performances arrebatadoras. Cada truque executado era acompanhado por aplausos entusiásticos e slogans revolucionários entoados pela multidão.

No entanto, à medida que o tempo passava, alguns começaram a questionar a verdadeira eficácia do circo político comunista. Críticos apontavam que, embora as focas fossem encantadoras, a complexidade dos problemas sociais não poderia ser resolvida por truques circenses. Outros questionavam se as focas realmente compartilhavam os ideais comunistas ou se estavam apenas seguindo comandos para garantir seu próximo peixe.

O sonho de Comrade Marionet e suas focas acabou se tornando uma metáfora viva da complexidade da política. As focas, assim como os eleitores mencionados anteriormente, eram símbolos de uma ideologia que, embora encantadora em sua apresentação, podia não ser tão prática ou eficaz na resolução dos problemas do mundo real.

E assim, o circo político comunista continuou a se apresentar, com focas realizando truques e Comrade Marionet liderando a marcha para um amanhã mais igualitário, enquanto o público se dividia entre os encantados pela magia do espetáculo e os céticos que viam além das cortinas brilhantes do circo.

terça-feira, 18 de abril de 2023

Presidente do Senado Rodrigo Pacheco descumpre palavra e larga senadores falando sozinhos



No dia 08 de janeiro de 2021, ocorreu um ato em Brasília em que supostos eleitores de direita insatisfeitos com o resultado das urnas, invadiram o Congresso Nacional e provocaram diversas cenas de violência e vandalismo. Em resposta a esse episódio, foi proposta a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar os acontecimentos do dia.

No entanto, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, adiou a instalação da CPMI na esperança de que mais nomes fossem retirados da lista de assinaturas. Essa atitude foi alvo de críticas por parte de diversos setores da sociedade e da classe política.

Em primeiro lugar, é importante destacar que a criação de uma CPMI para investigar os atos do dia 08 de janeiro é um movimento legítimo e necessário em uma democracia. O Congresso Nacional tem o dever de investigar e apurar qualquer tipo de violência e ameaça à ordem institucional.

No entanto, a atitude de Rodrigo Pacheco em postergar a instalação da CPMI é preocupante. Ao deixar os senadores falando sozinhos e adiar a criação da comissão, o presidente do Senado parece ter passado por pressões externas e tentado evitar um confronto com o governo federal.

Essa postura, no entanto, é incompatível com a função de um presidente do Senado em uma democracia. A instalação de uma CPMI não deve ser adiada por razões políticas ou partidárias. É dever do Congresso Nacional investigar qualquer tipo de irregularidade ou ameaça à ordem democrática, independentemente de quem seja o responsável.

Além disso, ao postergar a instalação da CPMI, Rodrigo Pacheco comprometeu a confiança do Senado como instituição. A sociedade espera que seus representantes ajam com responsabilidade e transparência, e adiar a criação de uma comissão de investigação é uma atitude que pode minar a confiança da população nas instituições democráticas.

A postergação da leitura do pedido de CPMI dos atos do dia 08 de janeiro foi uma atitude equivocada por parte do presidente do Senado Rodrigo Pacheco. O Congresso Nacional tem o dever de investigar e apurar qualquer tipo de ameaça à ordem institucional, independentemente de interesses políticos ou partidários.

Estamos em uma democracia? A viagem de Rodrigo Pacheco à China junto com a comitiva do Presidente Lula teria influenciado o presidente do Senado a descumprir sua palavra? 
Quais serão as próximas mudanças para destruir a CPMI dos atos do dia 8 de janeiro? O que estaria por trás de tudo isso? Medo da verdade aparecer? A quem interessaria ocultar a verdade? O que pretende esse governo? 

Milhares de pessoas foram presas durante a manifestação em frente dos quarteis no dia 09 de janeiro, sem o devido direito à defesa, e acusadas de terrorismo sem provas. Imagens das câmeras foram postas em sigilo, provas de que o governo foi avisado sobre os perigos com antecedência também estão sendo omitidas. Muito tem que ser esclarecido. O que estamos presenciando atualmente no Brasil é a liberdade de presos que foram condenados e a prisão de pessoas sem as provas devidas. Após os atos de vandalismo em Brasília, parlamentares do governo Lula quiseram abrir uma CPI, mas quando surgiram os boatos e a manifestação do Senador Marcos do Val com provas consistentes e documentais de que o Ministro da Justiça e Segurança Pública Flávio Dino e o Presidente Lula foram avisados com antecedência sobre a possibilidade de haver um ataque e nada fizeram sobre a segurança do local, pois sabiam de tudo e nada fizeram, declinaram da abertura de uma CPI com a desculpa de que iria prejudicar o andamento do governo. 

Essas atitudes levaram à crer na possibilidade de terem usado a presença de indivíduos infiltrados para provocarem os vandalismos com o objetivo de dissolver as manifestações patrióticas em frente aos quartéis e acabar com a crença popular nas Forças Armadas Brasileiras.

Tanto as prisões de centenas de senhoras e senhores que mais tarde foram libertados, mas que estão sujeitos ao processo de "terrorismo", quanto as tentativas de ataques ao Ex-Juiz Sérgio Moro e ao promotor Deltan Dallagnol, bem como as declarações que o presidente Lula fez publicamente em uma reportagem, dizendo que iria F... o Moro, alinhados aos comportamentos simpáticos em suas visitas aos países comunistas e ditatoriais, estão alarmando até mesmo os senadores e deputados que já demonstram-se assustados com os mais recentes acontecimentos e tramoias em regulamentos e atitudes. 

RESTA SABER AONDE TUDO ISSO VAI LEVAR...

Por: Claudia Souza

sábado, 25 de março de 2023

Presidente Lula causa polêmica ao acusar Moro de conspiração com a PF: análise e repercussão


Por: Claudia Souza


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, uma vez aclamado como o líder carismático que lutava pelos direitos dos trabalhadores e das minorias, tem se tornado uma grande decepção para muitos de seus eleitores. Sua recente conduta tem sido considerada uma vergonha nacional por grande parte da população.

Lula, que governou o Brasil de 2003 a 2010, foi eleito novamente como presidente em 2022, depois de uma campanha eleitoral marcada por promessas de mudanças significativas para o país. No entanto, desde que assumiu o cargo, suas ações têm gerado críticas e descontentamento.

As principais questões que tem sido apontadas como motivo de decepção é a falta de ação do presidente e o combate à corrupção e esforços para tomar medidas que beneficiem a economia do país. Em vez de reduzir gastos, o presidente iniciou seu mandato criando novos ministérios para aparelhamento público e destinando verbas milionárias para deputados retirarem seus nomes do pedido de abertura de uma CPMI em que serão investigados atos de vandalismo no Palácio do Planalto em 08 de Janeiro desse ano, cujas evidências apontam para conivência de membros do seu governo que supostamente permitiram que tais atos ocorressem com o objetivo de acabar com as manifestações da direita. Suspeita-se de pessoas infiltradas e pagas para gerarem a confusão, fatos esses que precisam ser elucidados através da CPMI que está encontrando resistência dos afetos de Lula, como o Presidente do Senado Rodrigo Pacheco.

Lula, que já foi condenado em primeira e segunda instâncias por corrupção, tem mostrado pouco interesse em investigar e punir casos de corrupção em seu governo. Isso tem sido especialmente frustrante para muitos eleitores que equivocados esperavam uma postura mais ética do presidente.

Outra questão que tem gerado controvérsia é a gestão da economia do país. Lula prometeu um plano ambicioso para estimular o crescimento econômico e reduzir a pobreza, mas até o momento suas políticas econômicas têm sido confusas e nada eficazes. A inflação tem aumentado de forma preocupante, e a taxa de desemprego continua alta, pois inúmeras empresas estão fechando suas portas no Brasil.

A conduta do presidente Lula tem sido uma grande decepção para muitos brasileiros. Seus comentários recentes sobre o juiz Sérgio Moro demonstram uma falta de decoro e moralidade inaceitáveis para um líder político. Ao afirmar em um dia, que queria se vingar do juiz e  no outro dia, minimizar as ameaças contra sua vida e de sua família, diante da prisão de bandidos que tinham o juiz e vários outros servidores da justiça como alvos, Lula mostrou uma falta de empatia e respeito pelas instituições democráticas do país.

Além disso, o presidente Lula parece estar cada vez mais distante das necessidades e preocupações do povo brasileiro. Em quase 100 dias de governo, não realizou nenhuma ação significativa para melhorar a vida dos cidadãos. Em vez disso, tem se envolvido em polêmicas desnecessárias e se mostrado mais preocupado em se manter no poder do que em governar para o bem comum.

O episódio recente em Pernambuco, em que o presidente Lula e a governadora Raquel Lira foram vaiados pela plateia, é um exemplo claro da insatisfação crescente com sua gestão. Em vez de assumir a responsabilidade por suas ações e buscar soluções para os problemas do país, Lula prefere culpar outros, como o ex-presidente Bolsonaro, pela sua falta de popularidade.

O castelo de cristal de Lula está desmoronando, e ele parece estar percebendo isso. No entanto, suas tentativas de justificar suas ações e culpar outros só servem para aumentar a desconfiança e a descrença na política brasileira. É hora de o presidente Lula assumir a responsabilidade por seus atos e trabalhar para reconquistar a confiança e o respeito do povo brasileiro, principalmente de todos os que questionam a ineficácia das urnas.

Ao afirmar que Moro teria armado com a Polícia Federal uma trama para seu próprio sequestro e atentado de morte, Lula revela um comportamento paranoico e conspiratório, que é completamente incompatível com o cargo que ocupa. É inaceitável que um presidente da República lance acusações infundadas contra um ex-juiz e agora senador,  e uma instituição tão importante para a democracia brasileira como é a Polícia Federal. 

Além disso, as declarações de Lula parecem contradizer as afirmações de seu próprio governo em relação à segurança pública e à atuação da Polícia Federal. No dia anterior, o ministro da Segurança Pública Flávio Dino havia elogiado a competência da Polícia Federal, o que torna ainda mais absurda a afirmação de Lula de que Moro teria armado com a PF um complô para prejudicá-lo, uma espantosa contradição...

É preocupante que o presidente Lula esteja adotando um comportamento tão irracional e incoerente, que só serve para alimentar a polarização e a divisão no país. É hora de o presidente assumir a responsabilidade por suas palavras e ações, e trabalhar para fortalecer as instituições democráticas e garantir o respeito à lei e à ordem. Diante de todas essas questões, muitos eleitores que antes admiravam Lula agora o veem como uma grande decepção e uma vergonha nacional. A esperança de mudança e renovação que ele representava para os seus eleitores despreparados se dissipou, ampliando a sensação de frustração e descrença na política brasileira.

quinta-feira, 23 de março de 2023

Quem tem interesse em liquidar Sérgio Moro? Evidências intrigantes estão no ar!



Por: Claudia Souza

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu recentemente uma entrevista em que falou palavras de baixo calão, demonstrando uma falta de compostura preocupante para quem já ocupava o mais alto cargo da República.

Além disso, Lula confessou que pretende se vingar do povo brasileiro e do juiz Sérgio Moro, responsável por sua condenação na Operação Lava Jato. Essa atitude revela uma postura autoritária e vingativa, completamente incompatível com a figura de um líder político responsável.

A falta de compostura e as palavras de baixo calão usadas por Lula na entrevista não são apenas uma questão de linguagem conhecida. Elas expressam uma postura desrespeitosa e agressiva que pode afetar a imagem do Brasil no cenário internacional, além de desestabilizar ainda mais o já conturbado cenário político do país.

A declaração de Lula sobre sua intenção de se vingar do povo brasileiro e do juiz Sérgio Moro é ainda mais preocupante. Isso porque, em um Estado democrático de direito, a vingança não deve ser um objetivo de nenhum líder político. Pelo contrário, o papel do líder é buscar o bem comum e a justiça para todos os cidadãos e nesse caso, o "Lulinha Paz e Amor" está caindo em contradição.

Ao admitir sua intenção de se vingar, Lula demonstra uma postura antidemocrática e um desrespeito às instituições e à ordem jurídica estabelecida no país. Isso pode gerar um clima de insegurança e instabilidade, o que é especialmente perigoso em um momento em que o Brasil enfrenta uma série de crises, como os resultados pós pandemia da Covid-19, uma crise econômica e uma crise política.

Por tudo isso, é fundamental que os líderes políticos do país mantenham uma postura respeitosa e responsável em seus discursos e ações. A falta de compostura e a postura vingativa de Lula na entrevista não contribuem para o fortalecimento da democracia e da estabilidade institucional no Brasil. Ao contrário, podem gerar ainda mais conflitos e polarização, prejudicando o futuro do país e de seus cidadãos.

É importante destacar que a afirmação de que Lula é inocente não é verdadeira. Ele foi julgado e condenado em primeira e segunda instância no processo da Operação Lava Jato, e a sentença foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Ou seja, ele foi considerado culpado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Embora tenha tido questionamentos sobre a imparcialidade do juiz Sérgio Moro e dos procuradores da Lava Jato, é importante lembrar que o apelo de Lula foi confirmado por diversos tribunais, incluindo o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal. Isso significa que houve uma análise criteriosa do processo em todas as instâncias do Judiciário. No entanto, é verdade que houve falhas no processo de Lula, especialmente em relação à divulgação de conversas entre ele e a ex-presidente Dilma Rousseff, que foram consideradas ilegais pelo Supremo Tribunal Federal. Além disso, houve questionamentos sobre a competência da Justiça Federal para julgar o caso.

Essas falhas no processo podem ter contribuído para a anulação das condenações de Lula pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin. No entanto, é importante destacar que essa anulação não significa que Lula seja inocente, mas sim que ocorreram irregularidades no processo que afetaram a sua defesa e colocam em pauta a incompetência dos servidores que cuidaram do caso.

É fundamental que o caso de Lula seja analisado com seriedade e imparcialidade, levando em conta todas as provas e argumentos apresentados pelas partes envolvidas. É importante acompanhar as decisões do tribunal, mas também é preciso garantir que o processo seja mantido de forma justa e transparente, sem violar os direitos de defesa e o devido processo legal.

Como presidente da república eleito, agora ele tem o direito à imunidade parlamentar durante todo o mandato. Isso significa que ele não poderá ser processado ou julgado por crimes cometidos antes ou durante o seu exercício.

A imunidade parlamentar é uma proteção constitucional prevista para garantir a liberdade de expressão e a independência dos parlamentares no exercício de suas funções. Ela se aplica não apenas aos membros do Congresso Nacional, mas também ao presidente da República, aos governadores, aos prefeitos e aos vereadores.

Durante o mandato, o presidente da República só pode ser processado e julgado por crimes de responsabilidade, previstos na Constituição e na Lei do Impeachment. Esses crimes estão relacionados ao mau uso dos recursos públicos, à violação da Constituição ou à falta de decoro no exercício do seu poder. Sendo assim, ele só poderá ser julgado por crimes de responsabilidade durante o mandato. Caso cometa algum crime comum, ele só poderá ser processado e julgado após o término do mandato.

É importante lembrar, no entanto, que a imunidade parlamentar não é uma proteção absoluta e não deve ser usada como um escudo para crimes ou irregularidades cometidas por parlamentares ou por presidentes da República. Caso haja indícios de crimes ou irregularidades, é dever das autoridades investigá-los e responsabilizar os culpados, independentemente do cargo que ocupem. Mesmo assim, o presidente Lula não pode ficar acima da lei ou cometer crimes impunemente. Esperamos que as autoridades mantenham a independência e a imparcialidade no exercício de suas funções, garantindo a justiça e a transparência em todos os inquéritos e julgamentos, o que parece não ocorrer e tal fato pode chegar a justificar os vazamentos da Lava Jato como uma forma defender a operação dos descaminhos. De qualquer modo, tudo o que ocorreu serviu para mostrar aos brasileiros que as artimanhas da corrupção, enganação, manipulação e falta de vergonha na cara, ainda não foi expurgado do caráter de muitos políticos brasileiros.



quarta-feira, 22 de março de 2023

Senador Marcos do Val denuncia ameaça de morte


 

O Senador Marcos do Val gravou um vídeo ontem (21/3) em que respondeu às declarações do senador Jorge Kajuru que minutos antes havia criticado a possibilidade da CPMI ser realizada com a relatoria de Marcos do Val: “ ...Eu adoraria uma CPI aqui no senado porque tenho certeza que ela seria mais justa, mais independente e sem revanchismo...  eu assino a CPMI,  desde que Marcos do Val, retire o seu desejo de ser relator...  se o relator for Marcos do Val, que credibilidade vai ter essa CPMI? ...” Indagou Kajuru, afirmando que nem Marcos do Val ou Nikolas Ferreira teriam condições de serem relatores da ação. Na opinião de Kajuru a CPMI deveria ser relatada por Senadores como Rogério Marinho, Damares Alves ou Hamilton Mourão.

Marcos do Val alertou em seu vídeo que Jorge Kajuru só citou seu nome porque ele não estava presente no Plenário, salientando: “...Kajuru, você está no partido PSB que é um partido de esquerda e quem faz parte do seu partido é o Ministro Flávio Dino. É óbvio que você não me quer como relator. Não por eu ser tendencioso, mas porque eu sou do ramo...”  (Marcos do Val atua na área de inteligência, treinamento da SWAT e investigação).

O Ministro Flávio Dino abriu um processo contra Flávio Bolsonaro,  Eduardo Bolsonaro e Marcos do Val por se manifestarem sobre a aparição do ministro no complexo da Maré-RJ, um dos locais mais violentos do estado e que é comandado por facções do crime organizado. O fato do Ministro Flávio Dino visitar o local sem aparatos e protocolos de segurança em um local praticamente impenetrável pela polícia, acendeu a desconfiança de uma possível ligação afetuosa entre ambos. O Ministro em declaração pública, disse que visitou uma ONG no local e produziu uma foto que foi divulgada em redes sociais, mas não explicou como conseguiu adentrar o complexo e ser aceito espontaneamente pelos controladores do local. Flavio Dino também alertou que as suposições ventiladas por parlamentares e pela mídia são infundadas e que estão cometendo um crime “racial” e preconceito contra pessoas honestas e trabalhadoras.

Para Marcos do Val, o vídeo divulgado sobre a visita do Ministro da Justiça Flavio Dino no complexo da Maré, foi gravado por um integrante do Comando Vermelho que ao ser avisado da chegada do Ministro, começou a filmar. Segundo informações obtidas por ele, Dino teria se encontrado com um dos líderes do Comando Vermelho de codinome “Indio” e que essa pessoa nunca fora presa devido ao esquema de segurança da facção que troca o “Indio” de casa quase toda semana.

Durante seu discurso em plenário, na mesma tarde, o senador Magno Malta em crítica ao Ministro Flávio Dino, disse que é muito mais econômico trazer os grupos das ONGs e hospedá-las em Brasília para uma audiência com o Ministro do que destacar todo o aparato de segurança de um Ministro até esses locais.

Marcos Do Val reforçou esses critérios em seu vídeo: “...são as comunidades os grupos as ONGs a marcar audiência no Ministério e vão à Brasília, nunca aconteceu na história, o ministro indo  até o Rio de Janeiro com essa fala de que estava encontrando com uma ONG... a gente não é trouxa!... -  Ministro! 30 anos trabalhando na área de segurança pública na área de inteligência pelo amor de Deus Ministro pelo amor de Deus ... Se você fosse do Rio de Janeiro e tivesse sido eleito pelos cariocas, até poderíamos imaginar que você foi lá para agradecer o apoio, os votos que teve, alguma coisa nesse sentido, mas você é do Maranhão, saiu de governador do Maranhão denunciado por corrupção...” se referindo aos aparelhos de respiração artificial que o Ministro enquanto Governador do Maranhão teria comprado ilicitamente durante a pandemia. 

Segundo Marcos do Val, essa ONG serve para lavar o dinheiro do tráfico. Essa região aonde foi o Ministro Flávio Dino sem seguranças possui um controle tão rigoroso que nem o BOPE e nem o Caveirão conseguem adentrar sem antes serem alvejados. Também comentou sobre o vídeo do Presidente Luiz Inácio Lula Silva em uma declaração para um órgão da imprensa em que dizia que perseguiria o ex-juiz Sérgio Moro.

Curiosamente, hoje (22/3) uma quadrilha foi presa durante uma investigação em que os criminosos tinham planos de sequestrar e matar vários agentes da justiça e segurança, incluindo na lista o agora Senador Sérgio Moro.  Marcos do Val alegou que também recebeu uma ameaça de morte da pessoa que, segundo ele, explodiu um Clube de Tiro em Manaus. Essa pessoa teria enviado um e-mail para o senador se dizendo ligado ao Flávio Dino.

O Presidente Lula está oferecendo cargos e emendas parlamentares de R$60 milhões para os deputados que retirarem seus nomes da lista da CPMI que tem por objetivo investigar as invasões violentas no Palácio do Planalto no dia 08 de Janeiro em que foram presas mais de 1500 pessoas sem a devida tipificação do crime. e sem o devido processo legal. Essa CPMI poderá elucidar as dúvidas e garantir a defesa de milhares de pessoas que não cometeram os crimes e apenas estavam do lado de fora do Palácio se manifestando pacificamente. Muitos dos que foram presos nem mesmo chegaram a ir até o local. Foram detidos posteriormente aos atos, em frente ao quartel general.

Deputados e Senadores pressionados pelos seus eleitores estão implorando para que os presidentes Artur Lira (Câmara) e Rodrigo Pacheco (Senado) instaurem a CPMI, pois o negacionismo dos políticos da esquerda que sempre gostaram de um inquérito na época do Presidente Bolsonaro e as tentativas de suborno com cargos e emendas parlamentares para que deputados retirem as assinaturas, são no mínimo intrigantes.

Marcos do Val acredita que com a instauração da CPMI e a apresentação das provas que ele já tem em mãos, o resultado será o impeachment de Lula e o afastamento e prisão do Ministro da Segurança Pública Flávio Dino.

Responda se puder as seguintes dúvidas:

Será que o "Sistema" permitirá a CPMI? 

Teria alguma ligação o fato do governo Lula ter tirado o líder do narcotráfico Marcola de uma prisão de segurança máxima para outra em que ele fica à vontade, com visitas íntimas e todas as regalias de antes do governo Bolsonaro e o início dos atos violentos no Rio Grande do Norte?

Os atos de vandalismo do Rio Grande do Norte teriam alguma ligação com Marcola e a visita de Flávio Dino no Complexo da Maré no RJ?

As ameaças de morte sofridas por Marcos do Val e o grupo que foi preso com planos de sequestrar e matar o juiz Sérgio Moro teriam alguma ligação com os clãs que lideram o complexo da Maré?

A declaração pública do Presidente Lula de que deseja se vingar do povo e do Ex-Juiz Sérgio Moro teria alguma ligação com o grupo preso que tinha planos de matar Sergio Moro?

Quais as ações que o Ministro da Segurança Pública realizará no complexo da Maré para retirar as armas ou cadastrar /ou recadastrar/ ou regularizar/ ou regulamentar as armas das facções criminosas no Rio de Janeiro? 

Estaria o Ministro Flávio Dino disposto a vir conversar com os líderes das facções que fornecem drogas para os viciados da Cracolândia em São Paulo?

SÃO MUITAS PERGUNTAS, MAS QUANDO INICIARÃO AS AÇÕES PARA AS RESPOSTAS?

"QUOSQUE TANDEM ABUTERE PATIENTIA NOSTRA"

E por fim abusamos da nossa paciência - (Cícero)



O Retorno de Marta Suplicy ao Partido dos Trabalhadores: Estratégia Eleitoral ou Renascimento Político?

Por: Claudia Souza A política brasileira sempre foi marcada por reviravoltas, alianças inesperadas e movimentos que desafiam as expectativas...