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quinta-feira, 23 de março de 2023

Quem tem interesse em liquidar Sérgio Moro? Evidências intrigantes estão no ar!



Por: Claudia Souza

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu recentemente uma entrevista em que falou palavras de baixo calão, demonstrando uma falta de compostura preocupante para quem já ocupava o mais alto cargo da República.

Além disso, Lula confessou que pretende se vingar do povo brasileiro e do juiz Sérgio Moro, responsável por sua condenação na Operação Lava Jato. Essa atitude revela uma postura autoritária e vingativa, completamente incompatível com a figura de um líder político responsável.

A falta de compostura e as palavras de baixo calão usadas por Lula na entrevista não são apenas uma questão de linguagem conhecida. Elas expressam uma postura desrespeitosa e agressiva que pode afetar a imagem do Brasil no cenário internacional, além de desestabilizar ainda mais o já conturbado cenário político do país.

A declaração de Lula sobre sua intenção de se vingar do povo brasileiro e do juiz Sérgio Moro é ainda mais preocupante. Isso porque, em um Estado democrático de direito, a vingança não deve ser um objetivo de nenhum líder político. Pelo contrário, o papel do líder é buscar o bem comum e a justiça para todos os cidadãos e nesse caso, o "Lulinha Paz e Amor" está caindo em contradição.

Ao admitir sua intenção de se vingar, Lula demonstra uma postura antidemocrática e um desrespeito às instituições e à ordem jurídica estabelecida no país. Isso pode gerar um clima de insegurança e instabilidade, o que é especialmente perigoso em um momento em que o Brasil enfrenta uma série de crises, como os resultados pós pandemia da Covid-19, uma crise econômica e uma crise política.

Por tudo isso, é fundamental que os líderes políticos do país mantenham uma postura respeitosa e responsável em seus discursos e ações. A falta de compostura e a postura vingativa de Lula na entrevista não contribuem para o fortalecimento da democracia e da estabilidade institucional no Brasil. Ao contrário, podem gerar ainda mais conflitos e polarização, prejudicando o futuro do país e de seus cidadãos.

É importante destacar que a afirmação de que Lula é inocente não é verdadeira. Ele foi julgado e condenado em primeira e segunda instância no processo da Operação Lava Jato, e a sentença foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Ou seja, ele foi considerado culpado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Embora tenha tido questionamentos sobre a imparcialidade do juiz Sérgio Moro e dos procuradores da Lava Jato, é importante lembrar que o apelo de Lula foi confirmado por diversos tribunais, incluindo o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal. Isso significa que houve uma análise criteriosa do processo em todas as instâncias do Judiciário. No entanto, é verdade que houve falhas no processo de Lula, especialmente em relação à divulgação de conversas entre ele e a ex-presidente Dilma Rousseff, que foram consideradas ilegais pelo Supremo Tribunal Federal. Além disso, houve questionamentos sobre a competência da Justiça Federal para julgar o caso.

Essas falhas no processo podem ter contribuído para a anulação das condenações de Lula pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin. No entanto, é importante destacar que essa anulação não significa que Lula seja inocente, mas sim que ocorreram irregularidades no processo que afetaram a sua defesa e colocam em pauta a incompetência dos servidores que cuidaram do caso.

É fundamental que o caso de Lula seja analisado com seriedade e imparcialidade, levando em conta todas as provas e argumentos apresentados pelas partes envolvidas. É importante acompanhar as decisões do tribunal, mas também é preciso garantir que o processo seja mantido de forma justa e transparente, sem violar os direitos de defesa e o devido processo legal.

Como presidente da república eleito, agora ele tem o direito à imunidade parlamentar durante todo o mandato. Isso significa que ele não poderá ser processado ou julgado por crimes cometidos antes ou durante o seu exercício.

A imunidade parlamentar é uma proteção constitucional prevista para garantir a liberdade de expressão e a independência dos parlamentares no exercício de suas funções. Ela se aplica não apenas aos membros do Congresso Nacional, mas também ao presidente da República, aos governadores, aos prefeitos e aos vereadores.

Durante o mandato, o presidente da República só pode ser processado e julgado por crimes de responsabilidade, previstos na Constituição e na Lei do Impeachment. Esses crimes estão relacionados ao mau uso dos recursos públicos, à violação da Constituição ou à falta de decoro no exercício do seu poder. Sendo assim, ele só poderá ser julgado por crimes de responsabilidade durante o mandato. Caso cometa algum crime comum, ele só poderá ser processado e julgado após o término do mandato.

É importante lembrar, no entanto, que a imunidade parlamentar não é uma proteção absoluta e não deve ser usada como um escudo para crimes ou irregularidades cometidas por parlamentares ou por presidentes da República. Caso haja indícios de crimes ou irregularidades, é dever das autoridades investigá-los e responsabilizar os culpados, independentemente do cargo que ocupem. Mesmo assim, o presidente Lula não pode ficar acima da lei ou cometer crimes impunemente. Esperamos que as autoridades mantenham a independência e a imparcialidade no exercício de suas funções, garantindo a justiça e a transparência em todos os inquéritos e julgamentos, o que parece não ocorrer e tal fato pode chegar a justificar os vazamentos da Lava Jato como uma forma defender a operação dos descaminhos. De qualquer modo, tudo o que ocorreu serviu para mostrar aos brasileiros que as artimanhas da corrupção, enganação, manipulação e falta de vergonha na cara, ainda não foi expurgado do caráter de muitos políticos brasileiros.



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